Como em toda viagem, especialmente quando falamos de bicicleta, sabemos que imprevistos, incidentes e até acidentes são coisas praticamente inevitáveis. E nesse projeto não podia ser diferente. Ainda mais quando somamos a isso um plano ousado tanto pela dimensão do prercurso, dos prazos estabelecidos, do tipo de bicicleta usada e das condições e contextos das estradas brasileiras. Logo na saída de São Paulo, o trajeto é pela BR 116, conhecida como Rodovia da Morte devido ao grande número de acidentes envolvendo caminhões. E a chegada a Porto Alegre é através da FreeWay da BR 101, um trecho de 100 km de uma pista de alta velocidade, initerrupa e que não conta com nenhum posto, cidade ou qualquer parada em seu trajeto.
Agora com todos de volta a suas casas, o projeto está em fase de edição do vídeo e já disponibilizamos um trailler como forma de mostrar um pouco da cara do projeto e do clima da viagem que se transformou num enorme desafio para todos os que participaram dela.
Obrigado a todo mundo que apoiou a viagem antes, durante e depois.
Um grande obrigado especial a toda a galera que nos recebeu em cada cidade e se dispôs a fazer parte dessa aventura.
Equipe Giro 1300










